NA BACIA DAS ALMAS
      Foi assim que Carlos Roberto Barbosa soube que o Grupo Astra, um grupo belga bem conhecido na área de trading, decidira se aventurar no refino. Animado com a oportunidade que vislumbrava, fez contato com o amigo Alberto Feilhaber e atuou na intermediação do negócio, tendo apresentado-o a Monaco.
            No entanto, Alberto Feilhaber foi categórico em afirmar que a Astra havia comprado Pasadena “na Bacia das Almas”... a Refinaria estava com os equipamentos desgastados e malconservados, além de apresentar problemas de segurança operacional, a refinaria iria precisar “tomar um banho de loja” para que alcançasse os padrões mínimos de qualidade técnica da Petrobras, pois a antiga proprietária da planta, a Crown, enfrentava muitos problemas financeiros e quase não mais investia em manutenção preventiva. Os equipamentos estavam desgastados e mal conservados, tinham problemas de segurança operacional. Além disso, os empregados estavam  desmotivados e, a empresa sem crédito para aquisição de óleo, matéria prima operacional da Refinaria.

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