A CRISE DE 2008
Em
2008, para piorar ainda mais as coisas para a Petrobras, as duas sócias que
detinham, cada uma, 50% da Refinaria, se desentenderam e uma decisão judicial
obrigou a estatal brasileira a comprar a parte que pertencia à empresa belga. Foi
assim que a aquisição de Pasadena acabou custando US$ 1,18 bilhão à PETROBRAS, mais de 27 vezes o que a Astra teria
oficialmente desembolsado para
adquiri-la.
Quando
as primeiras suspeitas de fraude surgiram nos jornais, alguns meses antes do
início da Operação Lava-Jato, a então Presidente da república Dilma Rousseff afirmou
que só aprovou a compra
dos primeiros 50% da Refinaria porque o relatório de compra, então apresentado
ao Conselho de Administração pela empresa era "falho" e omitia as
duas principais cláusulas que acabaram gerando mais gastos à estatal: a Cláusula
Marlim e a Cláusula Put option.
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